domingo, 4 de setembro de 2011

Mudando o rumo: um desabafo, a final essa porra é minha

Relutei, sim... mas não dá para fujir ao que sinto.. se este blog serve para eu escrever o penso, e que foi esquecido pelos outros, então não haveria como eu escrever outra coisa se são amor. Aliás, quantas pessoas esqueceram o que é o amor? É fácil você se aventurar, sem compromisso algum, afinal, o que vale é o momento, certo??? Não sei se é bem assim.

Mas já diria Arlindo Cruz: " Se perguntar o que é o amor pra mim, respondo com certeza sim, é amor de verdade, a mais pura beleza, é a felicidade"

Meu égo me diz para ser orgulhoso, e por muitas vezes agressivo até; mas não dentro de mim surge outra voz que me diz que devo se gentil, carinhoso e amoroso... assim como gosto de ser.

Ainda não me entendo, ao mesmo tempo que quero minha liberdade minha vivencia - que por muitos momentos se faz solitária  -, logo me sinto com vontade de estar perto de alguém que sinta o mesmo carinho, o mesmo amor que sinto aqui. A timidez, a vergonha, ou o simples fato de pensar que eu só penso em um momento  de curtição (sei, as vezes posso até transparecer isso), remete a uma insegurança de que eu não posso construir junto com ela uma felicidade, e uma história melhor, talvez seja isso, mas quem sabe não...

Quem sabe não é o fato de que, minha imaginação, meus "remakes", constroem situações que existiram eu tenha pensado que poderia ser real, que poderia acontecer; iludiu-me de tal forma que eu troquei a realidade pelo imaginário... Quem sabe... Isso cada momento juntos irá dizer, só espero não perder o momento, aquele momento... como já aconteceu!

Pois é, enquanto isso a gente a gente escolhe um moneto com um outro, no qual divertimo-nos sim, no entanto, em momento algum paramos de pensar no outro... e confortamo-nos em saber que esse outro pensa na gente.

É algo que foge a razão, mas que a emoção, com todas as controvérsias nos consola até o próximo momento... e assim esperamos.